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sábado, 27 de agosto de 2016

Resultado de Experiência - Cuidados com os enxames

Muitas pessoas já me perguntaram, como você cuida das suas abelhas? ou então, dá muito trabalho ter abelhas?

Abaixo está a resposta, as fotos a seguir foram tiradas de um enxame de Mandaçaias (MQA x MQQ), que foi praticamente abandonado no meu quintal a 18 meses, nesse período tive que me conter pra não interferir no trabalho das abelhas, tanto no frio do inverso quanto nas secas que foram de matar.

Vejam as fotos e tirem as conclusões:






Resumindo, quer abelhas saudáveis, evite a manipulação desnecessária de seus enxames...elas agradecem.
Abelhas não são como cães, gatos e outros PET's que necessitam diretamente do seu cuidador.
As abelhas são independentes de qualquer ajuda.
Por isso às amo tanto...

Fotos: Willian H. de Lima - Meliponário Lima
Postagem Willian H. de Lima

domingo, 24 de maio de 2015

Inicio do Inverno Melipona

O friozinho já começou a chegar na região Sul e Sudeste, e com isso a floração das plantas já começam a ficar limitadas.
Então é a hora do meliponicultor sair da toca, onde passou "hibernando" a primavera e verão todo, e dar inicio a  alimentação artificial ou forçada para seus enxames. É importante avaliar a necessidade de cada enxame para não disponibilizar nem pouco e nem muito alimento, pois o excesso de alimento artificial pode prejudicar seu enxames.


Abelhas como Jatai(Tetragonisca Angutula), Irai(Nannotrigona Testaceicornis), dificilmente necessitam desse tipo de reforço, apenas enxames fracos, o principal alvo dessa atenção são as melíponas como a Mandaçaia(Melipona Quadrifasciata Quadrifasciata), essas sim tem dificuldades para se manter no inverno se a disponibilidade de alimento não tenha sido satisfatória no verão. Isso costuma acontecer em meliponários urbanos, mas os meliponicultores de modo geral devem se atentar a isso.


O Meliponicultura em Foco tem uma área que trata apenas sobre esse assunto.
Para acessa-la vá até a aba Alimentação ou clique AQUI.

Postagem: Willian H. de Lima  
Foto: Willian H. de Lima  



sexta-feira, 8 de maio de 2015

Caixa Didática Modelo SOS Abelhas sem Ferrão

Caixa desenvolvida pelo SOS, utilizada educação ambiental. Através de muito estudo e observação de diversas espécies, desenvolvemos esta estrutura que possibilita a visualização interna do enxame, sem precisar abrir. Adquirindo uma destas caixas, você estará contribuindo para nossas ações sócio-ambientais.
Solicite um orçamento e saiba mais detalhes através do seguinte endereço de e-mail:


Postagem: Willian H. de Lima     
Imagem:SOS Resgate de Abelhas sem Ferrão     

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Reportagem do Repórter ECO - SOS Resgate de Abelhas sem Ferrão

No dia 03 de maio (ontem) foi exibido no canal Cultura uma matéria sobre nossos companheiros, da cidade de São Paulo, o SOS Resgate de Abelhas sem Ferrão.



Abaixo você poderá ver ou rever essa matéria brilhante que o Repórter ECO levou ao ar em rede Nacional.



Postagem:Willian H. de Lima
Video e Imagem: Repórter ECO

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Revisão do RIISPOA - Decreto n º 30.691 de 29/03/1952 MEL

Abaixo segue um PDF com a Revisão do RIISPOA, que trata da produção de mel e outros produtos como cera e própolis,desde grandes produtores a produtores familiares.
Vale a pena ler e se informar de como procedes se seus planos são comercializar mel.
Esse anexo foi gentilmente cedido pelo amigo Gerson Pinheiro do SOS Resgate de Abelhas sem Ferrão.

Para baixar o arquivo basta clicar no ícone de download logo abaixo:







 



Postagem: Willian H. de Lima
Arquivo: Gerson Pinheiro

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Alta Estação 2014 - É Hora de Pegar Novos Enxames

A hora tão esperada do ano já chegou - pelo menos aqui no região de São Paulo -  é hora de colocar as iscas nos locais e pegar os enxames que já estão em processo de enxameação desde a ultima semana.

Só nestes últimos dias já vi três novos enxames de jatai formando novas colonias.



Portanto quem estava ansioso para a chegada da temporada de captura aqui está, é só lançar as iscas e contar com a sorte.

Só lembrando que, se ainda não fez as iscas por falta de informação de método de preparo clique nos links abaixo e parta para a ação:










Pronto agora é só correr e torcer para que haja fartura de enxames para capturar



terça-feira, 22 de julho de 2014

SOS Resgate de Abelhas sem Ferrão

O Grupo SOS Resgate de Abelhas sem Ferrão, surgiu em virtude da preocupação de tentar amenizar o extermínio de nossas Abelhas Nativas nas grandes metrópoles.

Um grupo de abnegados amigos se juntaram e vem tentando de alguma forma fazer com que uma janela que se encontra fechada para elas se abra. Esta janela é a da existência delas.

 Clique e vá para o grupo
Muito nos preocupa o fato de nossas crianças nem ao menos saber de sua existência e muito menos de sua importância ambiental, e de que elas não nos oferecem risco algum, pelo simples fato de todas elas terem seu ferrão atrofiado durante a sua evolução  e em sua grande maioria, são extremamente dóceis. Elas são responsáveis em alguns biomas brasileiros, por até 90% de toda a polinização de nossa vegetação nativa, só isto bastaria para tentarmos salva-la, mas temos, como todos sabemos, destruído o meio ambiente tão necessário a elas.

Mas elas são guerreiras e algumas espécies se tornaram cosmopolitas, se adaptando inclusive a falta de árvores para sua nidificação, elas estão entre nós e continuam nos ajudando e muito....

Os resgates, realizados por um especialista, podem ser solicitados via Facebook e as colmeias são reposicionadas ou levadas para locais voluntários. Sem as abelhas, cerca de 90% das plantas selvagens não seriam polinizadas e um terço das colheitas não existiria.

Confira um resgate com o fundador do grupo Gerson Pinheiro:




Postagem: Willian H. de Lima      
Texto: Gerson Pinheiro/ Willian H. de Lima      
Imagens: Facebook Groups      
Video: Canal Resgate ASF      


segunda-feira, 30 de junho de 2014

Guia Ilustrados das Abelhas sem Ferrão

O Guia Ilustrado das Abelhas–sem-ferrão das Reservas Amanã e Mamirauá é uma obra necessária e
que preenche uma lacuna no conhecimento da biodiversidade regional.
Ricamente ilustrado e com informações importantes sobre o manejo, baseadas no conhecimento dos autores e da população regional, o guia é essencial para o desenvolvimento da criação e o uso sustentável de abelhas sem ferrão (meliponicultura) nesta reserva e em toda a Amazônia. Algumas perguntas que o guia responde são: Como se chama esta abelha? O que sabemos sobre ela? Quem cria? Que flores visita? Onde nidifica?Onde é encontrada? Como identificá-la?


 



Postagem : Willian H. de Lima         



domingo, 8 de junho de 2014

Mel de Jatai na Cura da Catarata


      Muito se fala sobre o mel de Jataí para catarata e embora nós acadêmicos tenhamos dificuldades de entender ser possível mudar um cristalino envelhecido, já tive oportunidade de ver vários depoimentos comprovando a melhora da catarata com o mel de Jataí. Aprendemos na faculdade que catarata é o envelhecimento do cristalino. Este envelhecimento começa quando nascemos, pois apesar do cristalino ser um tecido transparente, este vai incorporando novos núcleos e como conseqüência o tecido vai opacificando.

 Se tratando dos exercícios visuais é fácil entender a melhora do cristalino porque os movimentos melhoram o tônus das zônulas (sustentador do cristalino) e ainda há uma melhora da circulação da área, facilitando o transporte dos nutrientes. Os exercícios também irão facilitar a flexibilidade do cristalino, ficando mais fácil curvar-se, melhorando a visão de perto.

Aplicação de mel de Tetragonisca Angustula em evento
no México
 O mel de jataí contém substâncias capazes de substituir antibióticos. As doutoras Marilda Cortopassi Laurino e Dilma S.Gallis, fizeram uma pesquisa no Instituto Adolfo Lutz em S.Paulo, quando examinaram 14 amostras de méis de meliponíneos inclusive o mel de Jataí, constatando ação antibacterianas superior ao mel de Apis mellifera. O mel de Jataí não possui sacarose, é composto por levulose,  uma substância mais doce que a sacarose, numa concentração de mais ou menos 45% e de dextrose com uma média de 25%, muita água, por isso é mais fino e liquefeito em relação ao mel de Apis. Além de catarata, o mel de Jataí é usado para tosse, bronquite e cicatrização de feridas.

 O mel de jataí tem uma textura mais fina que os outros méis, assim como seu stabor que é mais ácido e ligeiramente azedo. O mel de Jataí deve ser guardado sob refrigeração, evitando a fermentação e para quem quer usar para catarata deve pingar apenas 1 gota em cada olho, uma vez por dia, mas como é forte e arde muito, aconselha-se usar uma colher de chá diluída em meio copo de água filtrada ou água de coco fresca (nunca industrializada). Suzete é Naturopata, Iridóloga e Instrutora dos Exercícios Visuais.

Autora do livro: Cuide de Seus Olhos Contato: suzete@saudeintegral.com Sites: www.saudeintegral.com, www.iridologiasp.com.br e www.metodobates.com.br

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Pesquisa sobre Abelhas Nativas


Sempre que aparecem dúvidas sobre como identificar uma abelha, ou que é necessário para criá-las, alimentá-las ou mesmo se o seu cultivo é polinizado por uma espécie de abelha, é dificil achar todas as informações no mesmo lugar, não é? Por isso, estamos montando uma base de informações, para que todos nós, leigos, não leigos, criadores, entusiasmados ou cientistas, possamos trocar e achar as informações que precisamos.

Pra isso, participe! A base será para todos e gratuita. É só clicar na imagem abaixo completar o formulário.

 Responda o questionário agora ,isso é muito importante.

Lembrando que, cada formulário enviado é valido apenas para uma espécies de abelha, o meliponicultor poderá enviar quantos forem necessários.
É importante que todas as informações adicionadas no formulário sejam verdadeiras, por isso antes de adicionar alguma informação, certifique-se para não enviar dados que possam comprometer a confiabilidade dos dados que serão publicados.

Postagem:Willian H. de Lima           
Formulário: Fernanda Susi Luccas          



terça-feira, 6 de maio de 2014

Ácido Metanoico

O ácido fórmico (sistematicamente chamado ácido metanoico) é o ácido carboxílico mais simples. Sua fórmula química é HCO2H. 
É um importante intermediário na síntese química. Pode ser sintetizado mas também ocorre de forma natural, mais notavelmente no veneno das formigas, abelhas, e nas folhas de urtiga.


ácido metanoico tem seu nome mais popular em referência à primeira vez que foi isolado pela destilação de um corpo de formiga, mais especificamente formigas vermelhas (Formica rufibarbis), processo esse desenvolvido por John Ray, em 1671.

Um importante uso do ácido fórmico é como conservante e agente antibacteriano na alimentação animal. Na Europa, é aplicado na silagem (incluindo feno fresco) para promover a fermentação do ácido láctico e para suprimir a formação de ácido butírico, mas também permite que a fermentação ocorra rapidamente, e a uma temperatura mais baixa, reduzindo a perda do valor nutritivo. Na indústria avícola, às vezes é adicionado na alimentação para matar a bactéria Escherichia coli. O uso como conservante para silagem e alimentação animal em geral constituiu 30% do consumo global em 2009.

O ácido fórmico é também utilizado de forma significativa na produção de couro, incluindo bronzeamento, e no tingimento e acabamento de têxteis. Por causa da sua natureza ácida é também usado como um coagulante na produção de borracha. O ácido fórmico ainda possui propriedades que combatem o reumatismo.

Uma abelha brasileira que embora não possua ferrão pode causar grandes danos ao intruso ou predador com sua defesa.Essa se chama Oxytrigona Tataira ou popularmente conhecida como Caga - Fogo.Ela possui cerca de 5,5 mm de comprimento, cabeça e abdome ferrugíneos e o restante do corpo preto. É uma espécie altamente defensiva, com ataques de defesa massivos, e seu nomes se deve ao fato de que, segrega ácido fórmico ou ácido metanoico, capaz de ocasionar queimaduras graves no ser humano.




É uma abelha saqueadora, sendo observado sua presença saqueando cera dos tuneis de entrada de outras colmeias de trigonas ,mas nada que comprometa a saúde de outros enxames . Produz mel em pequenas quantidades e pólen processado em abundância. Também é conhecida pelos nomes de abelha-de-fogo, barra-fogo, bota-fogo, caga-fogo e mija-fogo.Seu nome vulgar é de origem indígena e significa "Caga-fogo".
Assista o vídeo abaixo e confira o poder desse ácido.



Embora elas tenham essas qualidades negativas,deve-se lembrar que elas são animais pacíficos que não irão incomodar ninguém se não forem incomodadas,portanto quando achar um enxame dessa abelha não o destrua, aja diferente,sinalize o local evitando acidente.A natureza agradece.